O princípio do Amor

sexta-feira, 13 de maio de 2011

          "Mulher, onde estão eles? Não ficou ninguém para te condenar? Nem Eu tampouco te condeno. Vai e não peques mais” (João 8:11).

          Com estas palavras Jesus despediu uma mulher trazida até a Sua presença por fariseus e mestres da lei no pátio do Templo. Este encontro, registrado no capítulo oito de João, é fonte de muitas lições sobre uma espiritualidade fundamentada no Princípio do Amor, manifesto através de atos de compreensão e misericórdia.
          Quando a mulher chegou até a presença de Jesus, já estava sentenciada e praticamente executada. Os homens que a levaram àquela situação queriam apenas usá-la para incriminar Jesus por Suas próprias palavras. E como Ele age? Primeiro, ignora a chegada dos religiosos, sempre tão prestigiados pela população em geral. É necessário que insistam muito para que Jesus dirija-lhes a palavra. É como se Ele estivesse dizendo que aquele tipo de pessoa não lhe atraía – hodiernamente, correspondem exatamente aos representantes eclesiásticos que nós mais tememos e veneramos, aqueles que têm o poder de arrastar e julgar os pecadores em praça pública - Jesus parecia estar mais interessado num desenho na areia. Quando resolve quebrar o silêncio, dirige-se aos religiosos e diz: "Quem de vocês estiver sem pecado, que seja o primeiro a atirar uma pedra nesta mulher" (v. 7) - e volta a escrever no chão. Estas palavras invertem as posições. De algozes, os religiosos passam a réus de suas próprias consciências, e começando pelos mais velhos até os mais novos, todos, emudecidos, deixam o local.
          A espiritualidade do amor é aquela que nos faz soltar as pedras, que nos faz voltar para dentro de nós mesmos tomados pela consciência de que também precisamos de perdão e restauração. Num segundo momento lindíssimo desse texto, Jesus pergunta à mulher onde estavam os seus acusadores, e se alguém a havia condenado. Vemos nestas questões um ato terapêutico profundo.
          Jesus se dirige a uma mulher que se sabia pecadora e pergunta-lhe onde estavam os puros que a condenavam e a julgavam. Onde estavam os perfeitos que, diferentemente dela, não cometiam pecados? A mulher responde que eles haviam-se ido embora sem condená-la. A resposta da pecadora era necessária no processo da cura. Era necessário que ela dissesse com os seus próprios lábios: "Não, ninguém me condenou", para ouvir, em seguida, de Jesus: "Nem Eu tampouco te condeno. Vai e não peques mais". É isso que o amor faz: dá novas oportunidades, estende a mão para curar a alma, a ferida, revela a semelhança de todos os homens em sua miserabilidade e carência da bendita e surpreendente misericórdia do Pai.



Postado por Antônio & Angélica / Grupo Renascer
Fonte: Devocionais

O que Deus quer de nós

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Leia Deuteronômio 6.1-9 
          Como é possível amar sem ser amado? O amor verdadeiro não espera nada em troca, ou espera? O amor humano tem limites. Adoece, enfraquece, murcha e morre. Amor precisa ser correspondido.

          Deus é capaz de amar infinitamente, mas ainda assim Seu amor por nós espera uma resposta de amor por Ele. Se Deus nos ama com amor surpreendente, apesar de, muitas vezes, não o merecermos, qual deve ser, então, a nossa resposta ou reação a tão grande amor? Deus, certamente, quer uma resposta. Na comparação que Deus faz entre o Seu povo e uma plantação de uvas, o agricultor preparou todo o terreno e plantou mudas boas, esperando que a vinha produzisse de acordo (Isaías 5.2). Sendo assim, nós também devemos responder a Deus, segundo sua expectativa. O que Deus, então, quer de nós?
          Deus diz: "Ame o Senhor, o seu Deus..." A resposta que Deus quer de nós é que obedeçamos a Ele, que O reconheçamos como o único Deus verdadeiro e que O sirvamos não por obrigação, mas por amor e gratidão. Nos dias do ministério de Jesus, alguns líderes da comunidade judaica chegaram a Jesus com uma pergunta a respeito do maior mandamento. Jesus disse: "Ame ao Senhor seu Deus com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todo o seu entendimento" (Mateus 22.34-40).

Pense:
          Amor deve ser respondido com amor. E por mais que às vezes não respondemos ao amor do Pai de maneira correta, pelo poder do Espírito Santo que habita em nós, devemos pedir que o Pai nos ensine a amá-lo como convém.



Postado por Antônio & Angélica / Grupo Renascer

Congresso do Círculo de Oração!

terça-feira, 10 de maio de 2011

A cruz de Jesus: um triunfo sem precedente


          Jesus Cristo… "esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens… humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também DEUS o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome" (Filipenses 2:7-9).

          O Senhor Jesus veio ao mundo que O desprezou. Foi pobre e viveu a pobreza; foi filho de José, o carpinteiro, e conheceu o trabalho manual. Ele, que podia ter obtido os maiores êxitos, não escreveu nada. Manifestou essa humildade até em Seus discursos e na simplicidade de Sua vida.
          Não buscou a aprovação dos homens. Poderia ter assombrado o mundo cientifico de Sua época, mas não tinha vindo para isso.


Meditemos!

          Pensemos no tratamento que o SENHOR recebeu da parte dos pecadores. Guardou Sua dignidade em todas as afrontas. Os homens, aproveitando de Sua bondade e humildade, se esforçaram para envergonhá-Lo.
          Cuspiram em Seu rosto santo e nobre e O espancaram. O Senhor Jesus atravessou tudo isso permanecendo imutável em Sua glória moral, conservando Sua dignidade e majestade, mesmo sob uma coroa de espinhos.
          Esse homem singular, que não se preocupava com as aparências, sentiu todos os golpes das ondas de violência e ódio da humanidade contra Si. Ninguém se importou com os malfeitores que estavam ao Seu lado. ELE era o alvo de toda a maldade que o ser humano é capaz de manifestar.
          Cada uma das vilanias humanas evidenciou a perfeição moral de quem Se deixou maltratar sem Se defender. A razão disso? Amor por Seu DEUS e Pai, por mim e por você.



Postado por Antônio & Angélica / Grupo Renascer
Fonte: Amaury José - Ministério Evangelístico Paz do Senhor